Bancos de carros e casais apaixonados

Ah, o romantismo! Em épocas de carros com cada vez mais consoles e porta trecos o romantismo perdeu lugar.

A gente sempre acha que o romantismo é da época passada. Hoje a gente acha que os anos 80 eram românticos. Nos anos 80 se achava que os anos 50 é que eram românticos e assim por diante.

Quem dera sermos lembrados como aqueles que trouxeram de volta o romantismo… e quer saber? A gente pode!

Com os atuais pedal shifters (aquelas borboletas pra trocar a marcha no volante) e alavancas de câmbio que viraram botões no painel super é possível trazer de volta os bancos inteiriços.

Sim! Aqueles bancos enooormes… tipo o do Galaxie, onde  um motorista bem habilidoso podia trazer o passageiro da janela ao seu colo em uma boa curva pra direita, em um só escorregão.

 

Que delícia seria derrubar esses muros que permitem cada vez menos contato, até mesmo aquela mãozinha na coxa do motorista…

Que delícia seria poder voltar a viajar abraçadinhos…

Eu super trocaria todos aqueles porta trecos pela chance de viajar pertinho! E vocês? Trocariam?

Por: Thaís Roland em parceria com Webgarage. 

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Você sabe trocar o pneu do seu carro?

Imagine-se à noite, numa estrada deserta, debaixo de chuva, com as crianças chorando no banco traseiro, sem sinal do celular e com dois olhos vermelhos brilhantes te observando por detrás de um arbusto, prá lá do acostamento quando, de repente, o pneu do seu carro fura! O que você faz?

É… em geral a recomendação pra um pneu furado é ligar pro seguro e pronto, mas tem horas que isso não é uma opção e você vai ter que se virar. Por isso, não importa quanta tecnologia seu carro tem, você precisa saber trocar um pneu. Eu torço pra que nunca precise usar esses conhecimentos, mas eles precisam ser adquiridos.

Então, como já é de costume no Km de Dicas, tem aqui o post pra quem gosta de ler e lá no final tem o vídeo pra quem gosta de assistir a dica.

Trocar pneu é fácil, mas é sujo e algumas coisas podem dificultar sua vida, então vamos às dicas.

A primeira coisa a fazer é puxar o freio de mão e engatar uma marcha. Isso dá segurança à quem vai fazer a substituição da roda. Se for possível, tente também parar em um lugar plano e com o piso firme.

Depois disso, localize onde estão o estepe, o triângulo de segurança, o macaco e a chave de roda. O Manual do Proprietário sempre tem essas informações, por isso, deve viajar no porta luvas, sempre com você.

Posicionar o triângulo de segurança é muito importante e existe algumas regras pra isso. Você as encontra neste link aqui http://portaldotransito.com.br/noticias/voce-sabe-quando-e-como-usar-o-triangulo-de-sinalizacao-o-portal-explica . A distância mínima é de 30m da traseira do carro.

Depois da via sinalizada você vai posicionar o macaco no carro seguindo a indicação na lataria. É uma setinha na parte de baixo do carro que indica onde você deve encaixar o macaco. Isso também está no Manual do Proprietário. Quando encaixar a ferramenta no lugar certo, apenas apóie o carro, mas ainda não suba. Antes disso é necessário afrouxar os parafusos.

Uma dica legal é usar uma chave de roda prolongável. Você encontra em qualquer loja de auto-peças e ela quebra um galhão. A chave prolongável é maior que a original e quando você a prolonga fica ainda maior. Isso é muito legal porque permite que você faça menos força na hora de soltar os parafusos e de prendê-los novamente.

Com o carro apoiado, remova a calota, se houver, e tire o aperto de todos os parafusos. Tirar o aperto significa soltá-los apenas para que fiquem livres, mas ainda não se deve desrosqueá-los até o fim.

Agora podemos levantar o carro o suficiente para a roda sair do chão e mais um pouquinho, esse “pouquinho” é porque o pneu furado fica murcho e logo sai do chão quando subimos o macaco, mas o estepe, que está cheio, pode não ter espaço para entrar no lugar.

Com o carro no alto podemos terminar de tirar os parafusos (com a mão mesmo ou com a ajuda da chave de roda) e remover o pneu furado. Cuidado para não se machucar quando soltar o último parafuso! Já tenha a roda segurada pela outra mão nesse momento.

Hora de colocar o estepe no lugar (que eu espero que vocês já tenham aprendido a calibrar toda semana, junto com os outros pneus, né?). Novamente, preste bastante atenção para não esmagar os dedos em lugar nenhum. Traga o estepe para perto do carro, encaixe no lugar e alinhe os furos dos parafusos. Coloque os parafusos com a mão para ter a certeza de que as roscas entraram direitinho em seus lugares e você não corre o risco de espanar nenhuma delas. Encoste os parafusos todos na mão, até sentir que a roda já parece presa. Se precisar da chave de roda pra dar um leve aperto, pode usar também.

O aperto final é dado com o carro no chão, então depois de encostar os parafusos, desça o carro do macaco e aperte os parafusos com a chave de roda, sempre em cruz, ou seja, aperte os parafusos opostos um do outro para garantir que a roda encosta corretamente no seu lugar.

E pronto! Agora é só recolher tudo: colocar o pneu furado no lugar do estepe, guardar as ferramentas e a calota (não vai esquecer dela! nem do triângulo de segurança!) e ir direto pro borracheiro pra consertar o pneu!

Um detalhe importante pra ressaltar aqui é a forma de utilizar a chave de roda. Em geral, quando fazemos algum serviço na oficina, puxamos a ferramenta na hora de soltar ou apertar parafusos. No vídeo, vocês vão notar que eu empurro a ferramenta e recomendo que vocês usem o peso do corpo para ajudar a fazer força. Isso é bacana pra diminuir seu esforço, mas é preciso prestar bastante atenção pra não se machucar. Confira sempre se a chave está bem encaixada e não deixa os dedos marcando touca na hora de empurrar. Eu não recomendo também que suba em cima da chave pra pular nela e fazer mais força, se ela escapar ou se seu sapato escorregar pode se machucar bem feio.

Outra dica legal e sempre ter um parzinho de luvas, uma lanterna e um jaleco no carro, junto com as ferramentas. Não atrapalha em nada e te mantém limpo na hora de trocar o pneu ou mexer em qualquer outra coisa no carro.

Agora é com vocês! Não deixem de compartilhar a dica com a galera e deixar nos comentários as sugestões, os causos e tudo mais! E até a próxima, Coisos!

Por: Thaís Roland em parceria com Webgarage. 

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5 dicas que ajudam a economizar combustível

É preciso que toda a mecânica do veículo trabalhe em suas condições ideais, para conseguir essa diminuição no consumo de combustível. Dessa forma, qualquer esforço desnecessário é eliminado e toda a energia gerada pela queima do combustível é revertida em autonomia e potência.

Portanto, é possível melhorar o desempenho do veículo e ainda diminuir os gastos na hora de abastecer. Confira os exemplos e cuidados simples:

1. Deixar os pneus calibrados e alinhados

Pneus murchos têm maior área de contato com o solo e, por isso, o esforço para rodá-los precisa ser maior. Assim, deve-se mantê-los calibrados conforme as especificações do fabricante do veículo expressas no manual do proprietário.

Além de aumentar o desgaste dos pneus, faz com que o motor precise compensar esse desperdício, gastando mais combustível. Isso também ocorre com rodas desalinhadas, que direcionam-se em sentidos diferentes, desperdiçando energia do movimento de inércia.

Portanto, recomenda-se fazer o alinhamento a cada 10 mil km rodados, aproveitando para verificar os balanceamentos dos pneus, que também comprometem o aproveitamento da energia na rodagem.

2. Realizar a troca do óleo lubrificante

Trocar o óleo periodicamente é essencial para a economia de combustível. A lubrificação do motor é importante para que ele trabalhe com o mínimo de atrito, convertendo a energia gerada em desempenho.

Afinal, o óleo velho torna-se mais viscoso, perdendo suas propriedades de lubrificação. Por isso, também, deve-se observar as recomendações da montadora do veículo sobre o tipo de óleo a ser utilizado e qual a periodicidade para sua troca.

Identifique o lubrificante e volume correto para troca de óleo do seu veiculo em https://www.webgarage.com.br/

3. Trocar os filtros corretamente

O motor deve trabalhar sem impurezas, para maior eficiência energética. Assim, cuidar dos filtros, substituindo-os preventivamente, é essencial para a economia de combustível.

Se não estiver trabalhando corretamente, a combustão não é completa, a energia gerada é menor e o líquido restante é desperdiçado. O filtro de ar garante sua pureza para a queima do combustível.

Para que a queima do combustível converta-se em mais energia, é preciso que ele esteja limpo. Para isso serve o filtro de combustível. Já o filtro de óleo serve para não deixar que detritos e sujeiras interfiram na lubrificação do motor, transferindo o máximo de energia para a rodagem.

4. Fazer a manutenção de cabos e velas

Entre os itens que merecem mais atenção, a vela exerce papel fundamental no consumo, pois é responsável por garantir que todo o combustível seja queimado, sem desperdício. Além disso, a injeção eletrônica aumentará o fluxo de combustível e o giro do motor para compensar a perda de potência.

Velas demasiadamente desgastadas provocam consumo excessivo, irregularidades no funcionamento, aumento de emissões de poluentes e pode comprometer outros componentes, como bobinas, cabos, transformador, distribuidor e catalisador.

Os cabos e as velas de ignição são os responsáveis pela criação da centelha nos cilindros. Portanto, mantê-los em dia é essencial para a queima correta do combustível. Deve-se fazer a revisão a cada 10 mil km e trocar as velas preventivamente conforme recomendações no manual do proprietário do veículo.

5. Confira se o catalisador está em ordem

É o principal componente do carro responsável pela redução de poluentes ao meio ambiente. Além de ser obrigatório por lei, ele é fundamental para o bom funcionamento do motor. Em casos de defeito, o veículo sofrerá com aumento de consumo de combustível.

Caso o catalisador esteja com defeito, o motorista pode perceber os efeitos, além do consumo excessivo. Os principais são: aceleração com lentidão, arranque difícil  e perda de potência em velocidades próximas aos 80 km/h.

 

O que achou de nossas dicas? Conhece outras maneiras de melhorar o desempenho do carro e diminuir o consumo? Conte pra gente nos comentários!

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Usar aditivo no radiador ou não?

A gente falou de frio no último Km de Dicas, mas essa semana o Sol resolveu aquecer os coraçõezinhos dos Paulistanos novamente então eu aproveito e converso com vocês sobre aditivos para o radiador.

A galera da Paraflu foi super gentil em contribuir com o conteúdo técnico do post e dar um monte de toques espertos pra gente, como, por exemplo sobre a importância do aditivo, especialmente nos carros mais modernos.

“A importância do aditivo cresce cada vez mais, não só pelas temperaturas maiores de trabalho, mas principalmente pelas leis cada vez mais rigorosas de emissão de poluentes. O sistema de arrefecimento tem ação direta na redução da emissão de gases pelo motor, visto que quando trabalha fora da faixa ideal, a eficiência do motor é reduzida e consome/polui mais, gerando maior quantidade de NOx (óxidos de nitrogênio) e SOx (óxidos de enxofre).

Além disto, com a atual tendência de redução do tamanho dos motores (downsizing), a relação potência/cilindrada está ficando cada vez maior, exigindo mais do sistema de arrefecimento e conseqüentemente do aditivo para radiador. Galerias e dutos menores, menor volume do sistema de arrefecimento em geral também demandam maior eficiência na troca térmica do sistema de arrefecimento.”

Com relação às funções do aditivo a Paraflu ressalta que “TODO aditivo DEVE exercer as seguintes propriedades:

  • Antifervura: Elevar o ponto de ebulição do líquido de arrefecimento, aumentando drasticamente a eficiência na gestão da temperatura do motor, já que uma vez que no estado gasoso, a capacidade de remover o excesso de calor pelo aditivo é reduzida drasticamente. Isto resulta em temperaturas de trabalho cada vez maiores para o motor (maiores do que ele foi projetado para trabalhar regularmente), desgaste precoce dos componentes do motor, aumento no consumo de combustível, redução da vida útil de todo o sistema em geral…;
  • Anticongelante: Reduz o ponto de congelamento, ou seja, a temperatura em que o líquido de arrefecimento muda para a fase sólida. Esta propriedade não é muito utilizada em nosso país devido às condições climáticas, mas um detalhe muito importante de ressaltar é que a mesma matéria prima que fornece as propriedades ANTIFERVURA e LUBRIFICANTE (duas funções primordiais para o sistema de arrefecimento) é a mesma que fornece a propriedade ANTICONGELANTE. Quando o líquido acaba por congelar, este leva mais tempo para retornar à fase líquida do que o motor leva para aquecer. Uma vez aquecido, o motor necessita de líquido circulando por ele para se conservar na temperatura correta. Como o aditivo congelado pode demorar mais tempo para circular corretamente pelo sistema, o motor pode sobreaquecer (mesmo que a temperatura externa esteja abaixo de zero!) e sofrer danos graves, como queima da junta…”

Eles também fazem um alerta importante com relação a misturas de produtos: “Outro detalhe bastante importante quando se fala em manutenção do sistema é que o líquido de arrefecimento não deve ser misturado com outros produtos de marca/modelo diferentes. Esta mistura pode causar reações adversas e causar danos no sistema, como a formação de gel/sílica no sistema ou ainda o aceleramento dos processos de corrosão (e não o inverso que seria o esperado do produto).”

E desmistificam a questão da cor do aditivo: “A cor do produto tem a única função de facilitar a identificação de vazamentos e facilitar a visualização do nível no reservatório de expansão. Dito isto, a cor do produto em si não garante que este seja o produto indicado para uso. Aliado ao fato de não existir uma regra ou norma que dite uma cor específica para uma determinada característica de aditivo, o mercado é repleto de produtos semelhantes com cores distintas e vice-versa. Por este motivo, ao se fazer a substituição do líquido de arrefecimento, a cor não é fator determinante na hora da escolha. Isto fica à cargo do tipo do produto (INORGÂNICO, ORGÂNICO e HÍBRIDO).”

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Cuidados com as palhetas do limpador de para-brisa

A gente não dá atenção pro limpador de para-brisa até pegar aquela chuva que chega de surpresa e perceber que as palhetas já não estão limpando mais nada, ou então aquela garoinha que emporcalha o vidro todo quando o reservatório de água tá completamente vazio.

O reservatório não tem desculpa! Tem que verificar sempre, junto com aqueles outros itens de garagem que eu não canso de mostrar pra vocês: óleo do motor, líquido de arrefecimento (água do radiador) e fluido de freio.

As palhetas do limpador de para-brisa são feitas de borracha e ressecam pela exposição às variações de temperatura. Por isso elas devem ser trocadas todo ano e alguns cuidados ajudam a prolongar a vida da peça, como colocar pra sempre, junto com a água do reservatório, pra retardar o ressecamento.

E na hora de limpar tem que usar só água e, no máximo, sabão neutro, conforme dicas da Bosch, que também fabrica palhetas de reposição pro mercado automotivo. Eles também dão um toque pra verificar se os braços do limpador estão em ordem e se os furos do esguicho do limpador estão desobstruídos.

Divirta-se checando e, se necessário, trocando as palhetas do seu carro (inclusive as traseiras, hein) e não esquece de usar os comentários pra conversar comigo. Até mais, Cois@s!

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10 erros que você não deve cometer ao dirigir

Mesmo com a habilitação em mãos, muitos de nós, até mesmo quando temos prática ao volante, acabamos cometendo erros sem perceber.

Alguns desses erros ao dirigir acabam colocando não apenas o motorista em risco, mas todas as pessoas ao seu redor. Por isso, saiba quais são eles e tome cuidado.

Não posicionar os espelhos

É necessário saber o que está acontecendo atrás de você, não somente quando for dar marcha ré.

Mas, se parar para observar, a maioria dos motoristas não estão com o espelho posicionado corretamente, impedindo de se ter uma visão ampla.

O resultado pode ser percebido nos carros que são fechados e até mesmo em colisões que ocorrem por falta de visão.

Não ligar os faróis e lanternas

Esses itens são obrigatórios, durante à noite, mas, mesmo assim, ainda vemos alguns esquecidinhos com as lanternas apagadas.

Em uma estrada, esses itens são ainda mais fundamentais, pois a iluminação ao redor tende a ser bem menor. É obrigatório, agora, passível de multa.

E não é apenas à noite que os faróis devem estar ligados, mas quando o dia estiver nublado e, nas estradas federais, até durante o dia, mesmo que esteja ensolarado.

Não trocar certo o óleo

O óleo do motor precisa ser trocado periodicamente e ser adequado ao motor do carro, mas para economizar tem gente que acha que vale tudo.

Usar o óleo errado vai causar problemas no motor e pode resultar em acidentes. Nada de economizar nessa hora!

No caso se uma troca de óleo que não foi realizada no momento correto, e o óleo virar borra,  pode causar o entupimento das galerias do motor e canaletas acarretando no travamento completo do motor , gerando um prejuízo aproximado de R$ 7.000,00

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Não posicionar o banco corretamente

Sempre deixe o banco ereto e de forma que veja bem a pista e consiga conduzir bem. Deixar o banco muito deitado ou em qualquer outra posição inadequada, dificulta a visualização da pista.

Quando não se vê corretamente o que está acontecendo ao redor, os riscos ficam muito maiores.

Usar a embreagem como freio

O freio existe para fazer essa função. A embreagem tem a função de ajudar na troca de marcha e não de manter o carro parado.

Mesmo assim, alguns motoristas ainda insistem em usar de forma errada, apenas para ficar mais cômodo ou facilitar na hora da saída.

Se não gosta de ficar trocando o pé de pedal, é melhor comprar um carro automático do que colocar as pessoas ao seu redor em risco.

Frear bruscamente

Tem gente que ao invés de ir desacelerando lentamente, prefere frear bruscamente e repentinamente.

Fazendo isso, o carro que vem atrás pode não ter tempo de parar e acabar colidindo na traseira.

Deixar o farol alto

O farol alto costuma atrapalhar bastante os motoristas ao redor. Quando eles vêm na pista contrária ficam sem uma boa visão e, quando estão na sua frente, ficam incomodados.

Esse farol só deve ser usado em locais que não tenham iluminação e que o fluxo de veículos seja baixo, para não se tornar um incômodo.

Dirigir lentamente na pista de ultrapassagem

Todo mundo sabe que a pista da esquerda é para ser usada por quem está em velocidade mais alta e deseja ultrapassar os outros carros.

Porém, sempre tem alguém que resolve dirigir em baixa velocidade nela. O resultado são os outros carros ultrapassando pelas outras pistas e colocando todos em risco.

Não ficar em uma faixa

É preciso evitar ficar mudando de faixa sem que haja necessidade e sempre que for fazer isso é preciso sinalizar e observar se a passagem está livre.

Às vezes parece que o motorista está bêbado, pois não para em nenhuma faixa, fica mudando de uma para outra.

Mas na verdade ele só está indeciso e colocando as pessoas ao redor em risco.

Não dar seta

A seta é obrigatória em diversas situações. Não sinalizar quando se vai mudar de pista, entrar em um local e outros, aumenta o risco das pessoas ao redor.

Mesmo que o barulho da seta possa incomodar um pouco, ele é necessário para evitar acidentes e cumprir as leis de trânsito.

E você, está cometendo algum desses erros e sendo um mau motorista? Se não está, mande esse texto para seu amigo que faz isso para que ele possa se tornar um ótimo motorista.

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Atenção às luzes do seu carro!

Mais uma vez, venho com informações importantes de trânsito pra vocês. Dessa vez o Detran me ajudou com orientações sobre as luzes de iluminação e sinalização do carro pra gente não levar multa e nem se envolver num acidente.

Segundo a assessoria do Detran, o uso de luzes em veículo obedecerá às seguintes determinações:

I – o  condutor manterá acesos os faróis do veículo, utilizando luz baixa, durante a noite e durante o dia nos túneis providos de iluminação pública e nas rodovias; (Redação do inciso I dada pela Lei n. 13.290/16).

II – nas vias não iluminadas o condutor deve usar luz alta, exceto ao cruzar com outro veículo ou ao segui-lo;

III – a troca de luz baixa e alta, de forma intermitente e por curto período de tempo, com o objetivo de advertir outros motoristas, só poderá ser utilizada para indicar a intenção de ultrapassar o veículo que segue à frente ou para indicar a existência de risco à segurança para os veículos que circulam no sentido contrário;

IV – o condutor manterá acesas pelo menos as luzes de posição do veículo quando sob chuva forte, neblina ou cerração;

V – O condutor utilizará o pisca-alerta nas seguintes situações:
a) em imobilizações ou situações de emergência;
b) quando a regulamentação da via assim o determinar;

VI – durante a noite, em circulação, o condutor manterá acesa a luz de placa;

VII – o condutor manterá acesas, à noite, as luzes de posição quando o veículo estiver parado para fins de embarque ou desembarque de passageiros e carga ou descarga de mercadorias.

É importante lembrar também que as cores das lentes são regulamentadas e sair do padrão resulta em multas do mesmo jeito. Faróis principais dianteiros e luzes de posição (lanternas) dianteiras podem ser brancas ou amarelas; lanternas traseiras e luzes de freio precisam ser vermelhas; as luzes dos piscas podem ser âmbar ou vermelhas na traseira, mas na dianteira têm que ser âmbar; e as luzes de ré e placa precisam ser brancas.

O Detran também alerta que qualquer lâmpada queimada deve ser substituída na hora! Não pode trafegar com ela queimada. Na impossibilidade da troca no local o carro tem que ir de guincho até um posto de serviço.

Já se deu mal por causa de alguma lampadinha sem vergonha? Conta pra mim aqui nos comentários e não esquece de compartilhar a dica com a galera! A gente se vê no próximo post, Cois@s!

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Mulher no volante, perigo constante?

Será que esse preconceito ainda existe? Que tal olharmos alguns dados e comparar com o que se comenta pelas ruas e depois discutirmos um pouquinho dos motivos pra tudo isso? Bora lá?

 

Uma rápida pesquisa no Google sobre o tema mostra dados fornecidos por órgãos competentes, tipo o DETRAN, mostrando que mulheres se envolvem muito menos em acidentes do que homens. Eu escolhi os quatro primeiros links do resultado da pesquisa pra vocês conferirem.

Pesquisa do Detran comprova que mulheres estão menos presentes em acidentes

Homens se envolvem mais em acidentes, aponta pesquisa do Detran 

Homens lideram acidentes de trânsito, diz IBGE

Estatísticas mostram que mulheres dirigem melhor do que os homens 

Teve preguiça de ler os links? Não tem problema, eu te conto o que eles dizem. Dizem que levantamentos de 2010 até 2013 mostram que mulheres se envolvem menos em acidentes e recebem menos multas também.

Ainda assim, toda vez que se vê uma mulher fazendo alguma coisa errada no trânsito vem um “tinha que ser mulher mesmo” imediatamente! Quando se vê um cara fazendo uma asneira acontece o que? Xingam a mãe dele. Claro! Ele não tem culpa… a mãe dele que é uma vadia, então a culpa continua sendo de uma mulher.

Outra “prova” de que mulheres são ruins no volante? Auto escola dando aula exclusiva para habilitadAs. Sim, claro, porque mulher dirige tão mal que é bacana ter um serviço de “aulas de reforço” só pra mulheres, né?

Mas eu tenho uma teoria de porque as mulheres são melhores ao volante. Não é que “somos mais cuidadosas naturalmente”, ou “mais pacientes” e nem “menos competitivas”. O lance é que TEMOS que ser melhores… não… temos que ser MUITO MELHORES do que os caras nas coisas pra sermos minimamente reconhecidas por alguma coisa. Isso acontece no mundo corporativo e não é diferente no trânsito. É só isso. O machismo obriga a gente a ser muito melhor e dar o sangue em coisas que, para homens, é normal e aceitável ser pior.

É óbvio que tem caras que dirigem muito bem e que são extremamente prudentes com o carro e que tem mulheres que são um desastre sobre rodas, então não me chateiem com esse tipo de comentário.

Os comentários que eu quero são aqueles que acrescentam! Vamos discutir formas de melhorar o trânsito pra todo mundo. Que tal? O que vocês acham que incentivaria a galera, todo mundo mesmo, a ser mais prudente no trânsito? Multas mais severas ajudam? Tapa na cara? Quais sugestões vocês têm?

Beijos, Coisos! Até o próximo!

Por: Thaís Roland em parceria com Webgarage. 

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Fim de férias e o carro cheio de areia. O que fazer?

Você é desses que vai pra praia e só lembra de passar o protetor solar no segundo dia, porque já tá igual ao Patrick Estrela e não consegue nem respirar sem sentir a pele arder? Ram… Então vamos falar do seu carro, porque das queimaduras você já vai se livrar até voltar pra casa.

Os carros mais novos recebem tratamentos cada vez melhores e mais eficientes contra a corrosão das partes metálicas e muitas coisas são substituídas por peças de outros materiais (plástico, em sua maioria) também com a intenção de manter o bichinho da ferrugem longe do seu possante, mas alguns cuidados ainda são necessários.

A maresia é um veneno pro seu carro e o alerta vermelho deve ser aceso se você deu uma daquelas raladinhas que risca a tinta e chega até a lata. Não precisa ficar passando Mercúrio nos machucados do “tomóvi”, mas precisa dar um belo banho nele quando terminar as férias e voltar pra casa.

Um belo banho mesmo! Desses de lavar até o motor, mas é aqui que quem entra em pânico sou eu! Então vamos fazer direito e explicar a limpeza do motor, da suspensão, do interior… tudo por partes, como Jack gosta.

Pra lavar o exterior, tudo normal: aquele lava-rápido que você gosta vai dar a devida atenção usando o shampoozinho com cera que você curte, tudo direitinho.

No interior, aspirador de pó com carinho. O lava-rápido também dá aquele trato, mas na volta da praia tem que ter um cuidadinho redobrado, já que uma areinha ou outra entra no carro e se ficar perdida por lá vira aquela catinga de peixe morto que ninguém agüenta. Tapetinhos pra fora e aspirador com aquela pontinha pros cantinhos. Se você não acha que o lavador vai dar a devida atenção faz você mesmo, com os filhos, no fim de semana, como se fazia “naquele tempo” e transforme isso numa diversão!

Não use produtos a base de silicone nas peças plásticas. Eles são facas de dois “legumes”. A peça fica LINDA na hora que passa aquela gosminha, mas depois a gosminha não sai nunca mais na vida! Além disso, alguns produtos que a galera passa no painel aquecem e evaporam melecando o parabrisa por dentro e aí, minha cara pessoinha… HAJA pra tirar aquilo de lá!
Pneus não precisam de “pretinho”. Lembra que dali meia hora cê vai ralar a roda na guia de novo e vai emputecer com o universo todo por causa disso e lá se vai o brilho do pneu. Mas mesmo que você não tente fazer uma descolada faixa-branca no pobre coitado, o pneu é o único ponto de contato do carro com o chão então ele vai ficar sujo SEMPRE. Deixa ele, mano! Limpa, mas sem paranóia.

Agora o alerta começa a aumentar… vamos falar sobre a parte de baixo do carro. É super ok lavar o carro por baixo com aquelas máquinas de alta pressão. Ali tudo é vedadinho e não tem nenhum problema bater água com força. Mas usa só água e, no máximo, sabão. Nada de produtos químicos pra limpar. Minha preocupação maior é o tal do “Limpa-Baú”. Esse produto é extremamente agressivo e a galera adora usar. Quando a gente resgata um carro antigo que passou tipo 20 anos abandonado num quintal a gente usa o limpa-baú pra lavar toda a parte de baixo do carro e o motor, mas sabe o que acontece? O treco arranca até tinta.

Num carro antigo, que vai ser restaurado de cabo a rabo não tem problema nenhum. Tudo o que o produto remover ou estragar será mesmo substituído, mas no seu carro novinho não! Ele pode estragar borrachas, mangueiras e mais um montão de coisas na parte de baixo do seu carro e você só vai receber a conta da oficina na próxima revisão.

Aí a gente chega no motor e, PELAMORDEDEUS, não deixa o lavador nem passar perto do motor do seu carro com a latinha de limpa-baú na mão! Até pra usar a máquina de alta pressão de água no motor tem que ter cautela. Tem carro que tem o módulo no cofre do motor, carro que tem caixa de fusível, um monte de coisa que não pode molhar. Sempre que tem alguma coisa desse tipo no motor ele já vem com proteções pra não entrar água, porque ali entra mesmo água de chuva e talz, mas eles não estão preparados pra receber um super jato mega forte de água e muito menos um produto químico altamente corrosivo! Ali é trabalho de paciência mesmo: jogar água, ir limpando tudo com um paninho (que não solte aquele monte de fiapos), uma gasolininha ou um querosene em algumas partes pra limpar a graxa, mas tudo com muito cuidado e atenção.

Isso tudo é importante de verdade quando a gente volta do litoral, uma atenção que só vai fazer bem pro seu carro e pro seu bolso, evitando que partes apodreçam e precisem de substituição. Mas tem que ter todo esse cuidado mesmo. Não pode ser serviço feito de qualquer jeito não.

Deixa aí nos comentários a sua opinião, as suas sugestões, conta seu causo ou desce a lenha, mas conta o que você tá achando das dicas e não esquece de compartilhar com a galera. Até a próxima, Coisos! Super beijo!

Por: Thaís Roland em parceria com Webgarage. 

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O que pode acontecer se demorar para realizar a troca de óleo?

Tem cliente que quer rodar 15.000 km, quando na verdade deveria rodar somente os 10.000 km recomendados . O que falo para esses cliente, é alertar para a vida útil do motor e que a troca de óleo correta vai trazer uma economia a longo prazo.

Em alguns casos o cliente não quer escutar, por exemplo uma troca de aditivo de radiador, uma manutenção simples e barata. Mas que se não for feita, acarreta no super aquecimento do motor, e queimar a junta do cabeçote, o que pode gerar um prejuízo de R$ 4.000  .

No caso se uma troca de óleo que não foi realizada no momento correto, e o óleo virar borra,  pode causar o entupimento das galerias do motor e canaletas acarretando no travamento completo do motor , gerando um prejuízo aproximado de R$ 7.000,00 .

Quais são os principais problemas que você já viu?

Em alguns casos vi clientes que misturaram óleo sintético com mineral, ou semissintético com mineral. Frentista que acabou só completando com o lubrificante incorreto. Lembro de um cliente que chegou e a luz do óleo não apagava, e levamos numa mecânica, a peneira da bomba de gasolina estava entupida de borra (resíduo de óleo) de tantos lubrificantes que estavam misturados e falta de troca de óleo. O mecânico fez uma limpeza de motor de cabeçote e conseguiu salvar o carro.  Mas isso acontece somente quando o cliente esta desinformado ou foi enganado.

É verdade que temos que trocar o óleo quando ele fica escuro?

Isso é um mito. A função do óleo é lubrificar, limpar, fazer o dispersante. Então quando o óleo esta escuro, não quer dizer que esta ruim, significa que o lubrificante está fazendo a sua função de forma correta.  Ele fica escuro pelo acúmulo de resíduos da carbonização, e depois vai dispersar estes resíduos na troca de óleo.

E quando o óleo fica grosso, é o momento de fazer a troca?

Infelizmente alguns postos de gasolina utilizam este argumento  da espessura para mostrar que esta na hora de trocar o óleo. Mas na verdade existe uma máquina chamada viscosímetro, que serve para medir a viscosidade correta ( Ex. 5W30, 20W50 ), mas é muito difícil ver sua utilização no mercado.

O lubrificante utilizado no carro pode ser mais “grosso” ou mais “fino” depende da especificação da montadora. Portanto desconfie se algum frentista faz aquela demonstração pegando o óleo com os dedos. Pois esta análise não pode ser feita de forma manual.

A forma correta de identificar o momento da troca de óleo é o acompanhamento pela quilometragem, na etiqueta, ou algum lembrete automático.

Entrevista com Rafael Santana – 30 anos

Especialista em troca de óleo na Centerlub ( Parceiro Webgarage )

7 anos de experiência  + 1.000 trocas realizadas no ano passado

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