Atenção às luzes do seu carro!

Mais uma vez, venho com informações importantes de trânsito pra vocês. Dessa vez o Detran me ajudou com orientações sobre as luzes de iluminação e sinalização do carro pra gente não levar multa e nem se envolver num acidente.

Segundo a assessoria do Detran, o uso de luzes em veículo obedecerá às seguintes determinações:

I – o  condutor manterá acesos os faróis do veículo, utilizando luz baixa, durante a noite e durante o dia nos túneis providos de iluminação pública e nas rodovias; (Redação do inciso I dada pela Lei n. 13.290/16).

II – nas vias não iluminadas o condutor deve usar luz alta, exceto ao cruzar com outro veículo ou ao segui-lo;

III – a troca de luz baixa e alta, de forma intermitente e por curto período de tempo, com o objetivo de advertir outros motoristas, só poderá ser utilizada para indicar a intenção de ultrapassar o veículo que segue à frente ou para indicar a existência de risco à segurança para os veículos que circulam no sentido contrário;

IV – o condutor manterá acesas pelo menos as luzes de posição do veículo quando sob chuva forte, neblina ou cerração;

V – O condutor utilizará o pisca-alerta nas seguintes situações:
a) em imobilizações ou situações de emergência;
b) quando a regulamentação da via assim o determinar;

VI – durante a noite, em circulação, o condutor manterá acesa a luz de placa;

VII – o condutor manterá acesas, à noite, as luzes de posição quando o veículo estiver parado para fins de embarque ou desembarque de passageiros e carga ou descarga de mercadorias.

É importante lembrar também que as cores das lentes são regulamentadas e sair do padrão resulta em multas do mesmo jeito. Faróis principais dianteiros e luzes de posição (lanternas) dianteiras podem ser brancas ou amarelas; lanternas traseiras e luzes de freio precisam ser vermelhas; as luzes dos piscas podem ser âmbar ou vermelhas na traseira, mas na dianteira têm que ser âmbar; e as luzes de ré e placa precisam ser brancas.

O Detran também alerta que qualquer lâmpada queimada deve ser substituída na hora! Não pode trafegar com ela queimada. Na impossibilidade da troca no local o carro tem que ir de guincho até um posto de serviço.

Já se deu mal por causa de alguma lampadinha sem vergonha? Conta pra mim aqui nos comentários e não esquece de compartilhar a dica com a galera! A gente se vê no próximo post, Cois@s!

Por: Thaís Roland em parceria com Webgarage. 

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Mulher no volante, perigo constante?

Será que esse preconceito ainda existe? Que tal olharmos alguns dados e comparar com o que se comenta pelas ruas e depois discutirmos um pouquinho dos motivos pra tudo isso? Bora lá?

 

Uma rápida pesquisa no Google sobre o tema mostra dados fornecidos por órgãos competentes, tipo o DETRAN, mostrando que mulheres se envolvem muito menos em acidentes do que homens. Eu escolhi os quatro primeiros links do resultado da pesquisa pra vocês conferirem.

Pesquisa do Detran comprova que mulheres estão menos presentes em acidentes

Homens se envolvem mais em acidentes, aponta pesquisa do Detran 

Homens lideram acidentes de trânsito, diz IBGE

Estatísticas mostram que mulheres dirigem melhor do que os homens 

Teve preguiça de ler os links? Não tem problema, eu te conto o que eles dizem. Dizem que levantamentos de 2010 até 2013 mostram que mulheres se envolvem menos em acidentes e recebem menos multas também.

Ainda assim, toda vez que se vê uma mulher fazendo alguma coisa errada no trânsito vem um “tinha que ser mulher mesmo” imediatamente! Quando se vê um cara fazendo uma asneira acontece o que? Xingam a mãe dele. Claro! Ele não tem culpa… a mãe dele que é uma vadia, então a culpa continua sendo de uma mulher.

Outra “prova” de que mulheres são ruins no volante? Auto escola dando aula exclusiva para habilitadAs. Sim, claro, porque mulher dirige tão mal que é bacana ter um serviço de “aulas de reforço” só pra mulheres, né?

Mas eu tenho uma teoria de porque as mulheres são melhores ao volante. Não é que “somos mais cuidadosas naturalmente”, ou “mais pacientes” e nem “menos competitivas”. O lance é que TEMOS que ser melhores… não… temos que ser MUITO MELHORES do que os caras nas coisas pra sermos minimamente reconhecidas por alguma coisa. Isso acontece no mundo corporativo e não é diferente no trânsito. É só isso. O machismo obriga a gente a ser muito melhor e dar o sangue em coisas que, para homens, é normal e aceitável ser pior.

É óbvio que tem caras que dirigem muito bem e que são extremamente prudentes com o carro e que tem mulheres que são um desastre sobre rodas, então não me chateiem com esse tipo de comentário.

Os comentários que eu quero são aqueles que acrescentam! Vamos discutir formas de melhorar o trânsito pra todo mundo. Que tal? O que vocês acham que incentivaria a galera, todo mundo mesmo, a ser mais prudente no trânsito? Multas mais severas ajudam? Tapa na cara? Quais sugestões vocês têm?

Beijos, Coisos! Até o próximo!

Por: Thaís Roland em parceria com Webgarage. 

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Fim de férias e o carro cheio de areia. O que fazer?

Você é desses que vai pra praia e só lembra de passar o protetor solar no segundo dia, porque já tá igual ao Patrick Estrela e não consegue nem respirar sem sentir a pele arder? Ram… Então vamos falar do seu carro, porque das queimaduras você já vai se livrar até voltar pra casa.

Os carros mais novos recebem tratamentos cada vez melhores e mais eficientes contra a corrosão das partes metálicas e muitas coisas são substituídas por peças de outros materiais (plástico, em sua maioria) também com a intenção de manter o bichinho da ferrugem longe do seu possante, mas alguns cuidados ainda são necessários.

A maresia é um veneno pro seu carro e o alerta vermelho deve ser aceso se você deu uma daquelas raladinhas que risca a tinta e chega até a lata. Não precisa ficar passando Mercúrio nos machucados do “tomóvi”, mas precisa dar um belo banho nele quando terminar as férias e voltar pra casa.

Um belo banho mesmo! Desses de lavar até o motor, mas é aqui que quem entra em pânico sou eu! Então vamos fazer direito e explicar a limpeza do motor, da suspensão, do interior… tudo por partes, como Jack gosta.

Pra lavar o exterior, tudo normal: aquele lava-rápido que você gosta vai dar a devida atenção usando o shampoozinho com cera que você curte, tudo direitinho.

No interior, aspirador de pó com carinho. O lava-rápido também dá aquele trato, mas na volta da praia tem que ter um cuidadinho redobrado, já que uma areinha ou outra entra no carro e se ficar perdida por lá vira aquela catinga de peixe morto que ninguém agüenta. Tapetinhos pra fora e aspirador com aquela pontinha pros cantinhos. Se você não acha que o lavador vai dar a devida atenção faz você mesmo, com os filhos, no fim de semana, como se fazia “naquele tempo” e transforme isso numa diversão!

Não use produtos a base de silicone nas peças plásticas. Eles são facas de dois “legumes”. A peça fica LINDA na hora que passa aquela gosminha, mas depois a gosminha não sai nunca mais na vida! Além disso, alguns produtos que a galera passa no painel aquecem e evaporam melecando o parabrisa por dentro e aí, minha cara pessoinha… HAJA pra tirar aquilo de lá!
Pneus não precisam de “pretinho”. Lembra que dali meia hora cê vai ralar a roda na guia de novo e vai emputecer com o universo todo por causa disso e lá se vai o brilho do pneu. Mas mesmo que você não tente fazer uma descolada faixa-branca no pobre coitado, o pneu é o único ponto de contato do carro com o chão então ele vai ficar sujo SEMPRE. Deixa ele, mano! Limpa, mas sem paranóia.

Agora o alerta começa a aumentar… vamos falar sobre a parte de baixo do carro. É super ok lavar o carro por baixo com aquelas máquinas de alta pressão. Ali tudo é vedadinho e não tem nenhum problema bater água com força. Mas usa só água e, no máximo, sabão. Nada de produtos químicos pra limpar. Minha preocupação maior é o tal do “Limpa-Baú”. Esse produto é extremamente agressivo e a galera adora usar. Quando a gente resgata um carro antigo que passou tipo 20 anos abandonado num quintal a gente usa o limpa-baú pra lavar toda a parte de baixo do carro e o motor, mas sabe o que acontece? O treco arranca até tinta.

Num carro antigo, que vai ser restaurado de cabo a rabo não tem problema nenhum. Tudo o que o produto remover ou estragar será mesmo substituído, mas no seu carro novinho não! Ele pode estragar borrachas, mangueiras e mais um montão de coisas na parte de baixo do seu carro e você só vai receber a conta da oficina na próxima revisão.

Aí a gente chega no motor e, PELAMORDEDEUS, não deixa o lavador nem passar perto do motor do seu carro com a latinha de limpa-baú na mão! Até pra usar a máquina de alta pressão de água no motor tem que ter cautela. Tem carro que tem o módulo no cofre do motor, carro que tem caixa de fusível, um monte de coisa que não pode molhar. Sempre que tem alguma coisa desse tipo no motor ele já vem com proteções pra não entrar água, porque ali entra mesmo água de chuva e talz, mas eles não estão preparados pra receber um super jato mega forte de água e muito menos um produto químico altamente corrosivo! Ali é trabalho de paciência mesmo: jogar água, ir limpando tudo com um paninho (que não solte aquele monte de fiapos), uma gasolininha ou um querosene em algumas partes pra limpar a graxa, mas tudo com muito cuidado e atenção.

Isso tudo é importante de verdade quando a gente volta do litoral, uma atenção que só vai fazer bem pro seu carro e pro seu bolso, evitando que partes apodreçam e precisem de substituição. Mas tem que ter todo esse cuidado mesmo. Não pode ser serviço feito de qualquer jeito não.

Deixa aí nos comentários a sua opinião, as suas sugestões, conta seu causo ou desce a lenha, mas conta o que você tá achando das dicas e não esquece de compartilhar com a galera. Até a próxima, Coisos! Super beijo!

Por: Thaís Roland em parceria com Webgarage. 

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O que pode acontecer se demorar para realizar a troca de óleo?

Tem cliente que quer rodar 15.000 km, quando na verdade deveria rodar somente os 10.000 km recomendados . O que falo para esses cliente, é alertar para a vida útil do motor e que a troca de óleo correta vai trazer uma economia a longo prazo.

Em alguns casos o cliente não quer escutar, por exemplo uma troca de aditivo de radiador, uma manutenção simples e barata. Mas que se não for feita, acarreta no super aquecimento do motor, e queimar a junta do cabeçote, o que pode gerar um prejuízo de R$ 4.000  .

No caso se uma troca de óleo que não foi realizada no momento correto, e o óleo virar borra,  pode causar o entupimento das galerias do motor e canaletas acarretando no travamento completo do motor , gerando um prejuízo aproximado de R$ 7.000,00 .

Quais são os principais problemas que você já viu?

Em alguns casos vi clientes que misturaram óleo sintético com mineral, ou semissintético com mineral. Frentista que acabou só completando com o lubrificante incorreto. Lembro de um cliente que chegou e a luz do óleo não apagava, e levamos numa mecânica, a peneira da bomba de gasolina estava entupida de borra (resíduo de óleo) de tantos lubrificantes que estavam misturados e falta de troca de óleo. O mecânico fez uma limpeza de motor de cabeçote e conseguiu salvar o carro.  Mas isso acontece somente quando o cliente esta desinformado ou foi enganado.

É verdade que temos que trocar o óleo quando ele fica escuro?

Isso é um mito. A função do óleo é lubrificar, limpar, fazer o dispersante. Então quando o óleo esta escuro, não quer dizer que esta ruim, significa que o lubrificante está fazendo a sua função de forma correta.  Ele fica escuro pelo acúmulo de resíduos da carbonização, e depois vai dispersar estes resíduos na troca de óleo.

E quando o óleo fica grosso, é o momento de fazer a troca?

Infelizmente alguns postos de gasolina utilizam este argumento  da espessura para mostrar que esta na hora de trocar o óleo. Mas na verdade existe uma máquina chamada viscosímetro, que serve para medir a viscosidade correta ( Ex. 5W30, 20W50 ), mas é muito difícil ver sua utilização no mercado.

O lubrificante utilizado no carro pode ser mais “grosso” ou mais “fino” depende da especificação da montadora. Portanto desconfie se algum frentista faz aquela demonstração pegando o óleo com os dedos. Pois esta análise não pode ser feita de forma manual.

A forma correta de identificar o momento da troca de óleo é o acompanhamento pela quilometragem, na etiqueta, ou algum lembrete automático.

Entrevista com Rafael Santana – 30 anos

Especialista em troca de óleo na Centerlub ( Parceiro Webgarage )

7 anos de experiência  + 1.000 trocas realizadas no ano passado

Vejas as melhores opções para troca de óleo em https://www.webgarage.com.br/

 

O drama da quilometragem adulterada

Comprar um carro usado é sempre assustador. Dificilmente conhecemos o histórico do veículo e é preciso saber avaliar muito bem os escolhidos pra não cair numa furada.

Talvez o item mais preocupante seja o golpe da quilometragem. Você olha no painel do carro e lê 64.000 km no odômetro mas, na verdade, o carro já rodou mais de 100.000 km.

Tem duas maneiras de alterar a quilometragem no painel do carro:
– alterando o painel
– alterando o módulo

No primeiro caso é fácil descobrir. Levar o carro até a oficina e pedir pro mecânico passar o scanner no carro vai mostrar a quilometragem original e pronto. Agora, o segundo caso é bem complicado. Se o fraudador alterou o dado no módulo o scanner vai concordar com o painel e você vai continuar sem saber se o número é real ou não.

Esse é um dos motivos pelos quais eu sempre recomendo levar um especialista (tipo eu, rs) pra avaliar o carro que você tá de olho, porque tem coisa que é bem difícil encontrar, principalmente porque aqui, no país da pilantragem, tem muita loja de semi-novos por aí que dá uma bela maquiada no carro antes de colocar na vitrine e esconde todas as bombas-relógio do pois-é.

Uma boa prática é ter paciência e prestar muita atenção em cada carro! Não se deixar levar pelo brilho da pintura, nem pelo pretinho dos pneus. Tem que olhar TUDO e tem que olhar vários carros.

Com relação à quilometragem, algumas coisas podem denunciar a fraude e o pessoal da Porto Seguro dá as dicas:

– O estado do carro tem que ser compatível com a quilometragem. Estofamento muito detonado, acabamentos surrados e coisas desse tipo podem significar km mais alta do que o painel tá te mostrando;
– O desgaste dos pneus também pode mostrar alguma coisa. Quando escolher o carro, pesquise com que marca de pneus ele saia de fábrica, pesquise qual é a km média de duração dele e veja se o carro ainda tem os pneus originais e quanto eles estão desgastados;
– A km indicada na etiqueta da troca de óleo também pode dar alguma informação, mas é muito vacilo da pessoa se alterar os km no painel e não trocar a etiqueta;
– Já no manual do proprietário é complicado mudar alguma coisa, principalmente se as revisões eram feitas na concessionária, então desconfie de carros sem manual.

Ainda assim, nenhum desses itens é garantia absoluta. Infelizmente o máximo que podemos fazer é tentar evitar tomando todos os cuidados que nos cabe, mas algumas coisas podem passar até pelo melhor especialista.

Tem algumas empresas que fazem laudos sobre o estado do carro. Isso também é uma alternativa legal pra ter alguma segurança a mais. Você pode pedir um laudo de uma dessas empresas referente ao carro pelo qual você realmente se interessou, mas vai gastar dinheiro.

Escrevi esse post porque o irmão de uma das minhas melhores amigas passou por uma situação dessas. Ele vendeu o carro dele e, uma semana depois, viu o carro num anúncio em outro estado com a km bem mais baixa. Ficou revoltado e falou pra ela me contar.

E você, Cois@? Já passou por uma roubada dessas? Ou caiu em algum outro golpe? Me conta pra gente conversar sobre isso por aqui.

Beijokas e até o próximo!

Por: Thaís Roland em parceria com Webgarage. 

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Curiosidades sobre Motos Clássicas

Pois então… Fui convidada para apresentar o AutoShow Collection ao vivo, toda terça-feira. Nesta última terça (ontem) tivemos a noite das Motos Antigas e, por um problema de conexão de Internet, a transmissão ao vivo não foi possível.

Só que eu já tinha pesquisado um monte de coisas bacanas pra falar pra galera enquanto mostrasse as motos que estavam por lá, e se tem alguma coisa que eu não suporto é ficar com conhecimento só pra mim. Então, já que não foi pro ar na página do Facebook do AutoShow Collection, vai aqui pras páginas do Coisa!

A primeira coisa que não posso deixar de dizer é sobre o próprio evento! Eles estavam com a Harley-Davidson mais rara do Brasil (e igualmente rara em outros lugares, inclusive nos EUA) em exposição. E ela é fantástica!

Não sou aficcionada por motos, mas esta… vou dizer pra vocês… me fez suspirar! Ela é do ano de 1931 e, segundo o proprietário, está na família desde zero. Já passou por restauração duas vezes e é cobiçada pelo Museu da Harley-Davidson, cuja proposta o dono já recusou algumas vezes. Pelo jeito a moto vai morrer na família… e isso é sensacional!

O motivo de ela ser tão rara é que a HD fabricou pouquíssimas motos com o motor monocilíndrico neste ano. Hoje elas são raras em toda parte do mundo, ainda mais assim: restauradas e funcionando. Além disso, o detalhe do câmbio suicida é hipnotizante! Eu que não entendo muito de motos e jamais guiei uma, não consigo imaginar a dificuldade de ter que tirar a mão do guidão pra passar as marchas! De outro mundo!

Sobre a minha pequena pesquisa… bem… vamos por partes. 🙂

Gosto muito de filmes, então pesquisei sobre as motos mais famosas do cinema e encontrei… uma infinidade de Harleys! hahaha Dentre elas, a Hidra Glide de Marlon Brandon em “O Selvagem” de 1950, a famosíssima FLH de Peter Fonda em “Easy Rider” de 1969 que virou ícone por causa da bandeira dos EUA e a icônica Fat Boy do Schwazenegger em “Exterminador do Futuro 2” de 1991.

Sim! Eu tenho uma foto na moto do Exterminador! ❤️ E foda-se que não dá pra ver a moto! Sou eu em cima dela e é o que importa. hahaha

Aqui abrimos um parênteses para uma estória que li aí pelas Interwebs cujas fontes não são confiáveis, mas que não pode deixar de ser contada. Diz a lenda que a Harley-Davidson estava perdendo mercado para as motos japonesas no fim da década de 80 e, para reconquistar o mercado, lançaram a Fat Boy. Até aí, tuuuuuudo bem… a moto tinha um visual bacana e a suspensão traseira oculta para imitar as choppers hardtail dos anos 60 e 70, mas o lance todo gira em torno da escolha do nome. Contam por aí que o nome foi escolhido por causa das bombas nucleares lançadas contra Hiroshima (que foi batizada de Little Boy) e contra Nagasaki (batizada de Fat Man) na Segunda Guerra Mundial. Bróder… se isso é verdade, é muita, mas muita mancada mesmo! A Harley nega a história e segue a vida, mas o fato é que a Fat Boy realmente desbancou qualquer outra coisa que tivesse no mercado americano na época!

Falar da moto do Exterminador do Futuro sem falar de Guns N Roses pode ser normal para qualquer pessoa nesse mundo que não seja eu. Quem me conhece (nem que seja só por aqui) sabe que sou super fã de GNR então não dá pra deixar passar uma oportunidade de bajular. hahaha. Junto com a Fat Boy, Schwazenneger também eternizou “You Could Be Mine” neste filme.

Voltando às Harleys famosas… Também achei a FXR 89 do Mickey Rourke em “Harley-Davidson & Malboro Man” de 1991, a Super Glide 86 do Bruce Willis (ou melhor… do Zed, mas Zed is dead) em “Pulp Fiction” de 1994, a Chopper do Nicolas Cage (Johnny Blaze) em “Motoqueiro Fantasma” de 2007, mais recente, a Panhead Custom (lindíssima, por sinal) de John Teller em “Sons of Anarchy” e, apesar de não ser da minha época, a super marcante Harley de Carlos Miranda, o Vigilante Rodoviário, que fez tanto sucesso na TV Tupy que fez o ator realmente ingressar na carreira militar!

Mas o mundo de motos vai além das Harley-Davidsons! E vou deixar a cereja do bolo (na minha humilde e insignificante opinião) para o final. Vamos agora falar das Japonesas. 🙂

Em filmes não achei nada ultra interessante sobre as motos japonesas, salvo pela Kawasaki Ninja 900 do Maverick (interpretado por Tom Cruise) em “Top Gun” de 1986, mas o Brasil tem histórias bacanas com duas motos japonesas peculiares: a Honda CB 750 Four e a Yamaha RD 350.

A Honda CB 750 Four ficou super famosa pelo seu apelido: 7Galo. Não vou encher vocês de detalhes técnicos da moto porque não é o meu forte e nem a intenção deste post. O legal mesmo é contar a História e o apelido desta moto veio de uma coisa bem conhecida dos brasileiros, o jogo do bicho. No jogo do bicho, 50 é o número do Galo e, por isso, a moto ficou conhecida como 7 Galo (7 + 50). Bacana, né?

Já a RD 350 tem uma história mais sombria. Conhecida como Viuva Negra a moto ficou famosa por matar muita, mas muita gente mesmo. Por ter motor dois tempos tinha pouco torque em baixa rotação (e quase nenhum freio motor), mas vinha com palhetas de torque (preciso estudar mais sobre isso) para contornar o problema. No final das contas, era uma moto forte demais e contava com donos imprudentes o que, com sorte, só deixava o condutor pra trás, mas, em grande parte das vezes, a família tinha que encerrar o dia com um funeral. Oops…

Saindo das japonesas e indo para o Velho Continente, soube que Steve McQueen exigiu que uma moto inglesa fosse usada no papel de moto alemã no filme “Fugindo do Inferno”, de 1963, porque achava que as alemãs não dariam conta do recado nas cenas do filme. Por causa disso, em vez de uma bela BMW, uma Triumph Trophy TR6 61 foi usada para se passar de moto alemã roubada pelo protagonista do filme. Bem curioso. Anos depois, em 2005, a Triumph lançou o modelo Bonneville T100 em homenagem ao filme na cor verde fosco.

Agora…. a minha super preferida durante toda a pesquisa foi a Indian Scout 1920 de Burt Munro!

Burt Munro nasceu na Nova Zelândia e passou a vida se dedicando às motos e à velocidade! Na minha pesquisa encontrei o filme “The World’s Fastest Indian” (“Desafiando Limites”, em português), de 2005, onde Anthony Hopkins interpreta o maluco do Sr. Burt em sua jornada para conquistar o record mundial de velocidade em motos de até 1000 cc. Burt bateu o record em 1967, no deserto de Bonneville marcando 295km/h (em 2014 o filho de Burt conseguiu que o record fosse retificado para 296km/h). Sério! Super vale a pena assistir o filme! Super vale!

Eu também tinha pesquisado coisas sobre motoclubes, mas depois da minha experiência no site do Abutres e de ter conhecido o pessoal do Hells Angels no Anhembi vou me abster de comentários para não criar inimizades.

E não posso terminar antes de agradecer imensamente ao meu grande amigo Gabriel Marazzi que, gentilmente, forneceu parte do material para que eu preparasse a apresentação do AutoShow Collection e que agora faz parte deste post. 🙂

Espero que tenham gostado, Coisos! Até a próxima! MUAK!

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Alquimistas de Youtube

A gente tem que tomar muito cuidado com o que vê na Internet, por mais sentido que pareça fazer. O fato de termos tanta informação disponível não significa que podemos deixar de pesquisar, olhar outras opiniões e procurar fontes seguras para determinados assuntos.

Ultimamente houve uma explosão de vídeos no Youtube com gente ensinando a separar o álcool (etanol) da gasolina para poder usar gasolina “pura” no carro/moto. Tudo por causa do aumento da porcentagem de álcool na nossa gasolina.

Bem… eu tenho que dizer que quando ouvi a idéia pela primeira vez, parei pra pensar. Nunca fui boa em química e então fui atrás de gente que entende melhor do lance do que eu.

Preparei um email e enviei para a Petrobrás, para a Shell e para o Ipiranga. Também conversei com gente da área do petróleo e com engenheiros automotivos, além de algumas pessoas da indústria automotiva, das áreas de projetos e testes.

E a conclusão? NÃO FAÇA!

A gasolina que chega pra gente nos postos de combustível é coisa muito séria! Existe muita coisa envolvida, muita tecnologia, muitos detalhes e fazer essa separação de fundo de quintal resulta numa “coisa imprevisível”.

Em todas as conversar que tive com os especialistas, o ponto mais crítico em que chegamos foi o fato de que a gasolina resultante deste processo é de baixíssima octanagem, suficiente para causar um bocado de danos nos motores, especialmente os modernos, que têm taxas de compressão cada vez mais altas e não, o módulo de injeção eletrônica não consegue corrigir isso.

A gente pode reclamar o quanto quiser da nossa gasolina. O fato é que temos que nos adaptar a ela da forma mais coerente possível e com muita, mas muita informação mesmo.

Nos carros antigos, que estavam preparados para gasolina sem etanol (mas com chumbo… afinal a gasolina nunca foi tão purinha assim) a gente tem que ajustar taxas de compressão, calibragens de carburadores e mais um montão de coisas para que eles fiquem adequados ao novo combustível, mas nos carros modernos a gasolina atual é “esperada” por eles e eles sabem como lidar, não temos que inventar moda.

Além disso, qualquer coisa que façamos com os combustíveis “em casa” é ilegal (é adulteração), e PERIGOSO. Sem contar os cuidados com descartes das partes que, teoricamente, “não prestam” já que a maioria derrama isso no esgoto, na rua, no quintal…

A melhor estratégia é sempre a de fidelizar o posto de gasolina. Eventualmente você vai ver a fiscalização da bandeira fazendo uma verificação nas bombas e ainda que estejam adulterando alguma coisa, não vão correr o risco de perder um cliente regular abastecendo seu carro com o combustível ruim.

E, sério, não separe álcool de gasolina em casa!

Beijos, Coisos! Até o próximo post!

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Quando meu carro precisa de alinhamento?

Já que o assunto do momento é relacionado a suspensão, então vamos falar de uma parte de cada vez. O alinhamento é um dos procedimentos de manutenção que garante segurança e consumo de combustível, além de ter grande influência no desgaste dos pneus do seu carro.

Dá pra ver que o carro precisa de alinhamento olhando os pneus. Dependendo do padrão de desgaste você consegue identificar se as rodas estão desalinhadas, mas atrás do volante você também pode perceber que tem alguma coisa errada se soltar o volante, andando em linha reta e o carro puxar para algum lado.

O processo de alinhamento vai ajustar os ângulos das rodas para mantê-las paralelas (convergência e divergência). Cada carro tem uma configuração desse parâmetro que deve ser seguida rigorosamente. Paralelas não quer dizer que elas ficarão totalmente apontadas para a frente, retinhas. Dependendo da geometria de suspensão do carro as rodas precisam ficar abertas ou fechadas, e quando o carro entra em movimento a suspensão e as forças envolvidas no deslocamento colocam elas na posição correta. Por isso que não dá pra “chutar”. Precisa, de verdade, seguir os procedimentos e valores determinados pela fábrica pra garantir que tudo vai ficar certo na hora que estivermos dirigindo.

O alinhamento também pode ajustar os ângulos para manter as rodas perpendiculares ao solo, mas isso já foi discutido no post sobre cambagem que vocês encontram AQUI.

Um carro desalinhado faz com que a condução seja desagradável, devora os pneus e pode causar acidentes, além de aumentar o consumo de combustível e emissão de poluentes. Isso tudo pesa no seu bolso!

Então fiquem ligados e não descuidem da Manutenção Preventiva! Tenham um ótimo fim de semana e não esqueçam de mandar suas dúvidas e sugestões pra eu ajudar vocês cada vez mais! 😀 Beijokas!

Por: Thaís Roland em parceria com Webgarage. 

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Entrevista com o mecânico especialista

Neste mês fomos conversar com quem entende do assunto troca de óleo,  fizemos uma entrevista com um especialista que no ano passado realizou mais de 1.000 trocas . Rafael Santana é o mecânico responsável por um dos principais parceiros do aplicativo Webgarage em São Paulo.

1) É verdade que temos que trocar o óleo quando ele fica escuro?

Isso é um mito. A função do óleo é lubrificar, limpar, fazer o dispersante. Então quando o óleo esta escuro, não quer dizer que esta ruim, significa que o lubrificante está fazendo a sua função de forma correta.  Ele fica escuro pelo acúmulo de resíduos da carbonização, e depois vai dispersar estes resíduos na troca de óleo.

Fig. 1 – Vareta de óleo para acompanhar nível do óleo.

2) E quando o óleo fica grosso, é o momento de fazer a troca?

Infelizmente alguns postos de gasolina utilizam este argumento  da espessura para mostrar que esta na hora de trocar o óleo. Mas na verdade existe uma máquina chamada viscosímetro, que serve para medir a viscosidade correta ( Ex. 5W30, 20W50 ), mas é muito difícil ver sua utilização no mercado.

O lubrificante utilizado no carro pode ser mais “grosso” ou mais “fino” depende da especificação da montadora. Portanto desconfie se algum frentista faz aquela demonstração pegando o óleo com os dedos. Pois esta análise não pode ser feita de forma manual.

A forma correta de identificar o momento da troca de óleo é o acompanhamento pela quilometragem, na etiqueta, ou algum lembrete automático.

Confirme o lubrificante correto para seu carro em https://www.webgarage.com.br/

3) Você encontra muitos clientes colocando o lubrificante incorreto?

Hoje em dia a maioria das pessoas está bem informada, utilizando o manual ou aplicativos na internet. O que acontece as vezes são mecânicos que fizeram a sugestão de óleo incorreto para o cliente.

Fig. 2 – Checklist automotivo.

4) Qual o checklist que vocês fazem no momento da troca de óleo?

Aqui fazemos uma checagem do óleo, filtro do óleo, pastilhas de freio, pneu, lâmpadas, palhetas, fluido de freio, aditivo do radiador, água do limpa para-brisas

5) Você indica a troca do filtro em toda troca de óleo?

Não é que eu indico, eu sigo o manual que normalmente recomenda a troca do filtro de óleo a cada 10.000km, ou seja junto com a  troca do lubrificante. Pois caso não ocorra está troca do filtro, o motor vai ficar com uma quantidade de óleo  “velho” no sistema  (O filtro acumula uma quantidade de lubrificante que não será trocado e vai se misturar ao lubrificante novo, podendo impactar na qualidade e durabilidade).

Fig 3 – Filtros de ar

6) Em relação ao filtro de combustível e filtro de ar, você indica a troca a cada 10.000km?

O filtro de combustível sofre bastante com a qualidade da gasolina no Brasil por isso fazemos a troca a cada 10.000km . Mas sempre fazemos um teste de avaliação para confirmar essa necessidade.

O filtro de ar vai depender do uso, se for em um local poluído, com fumaça ou resíduo de cimento vai ter um desgaste maior. No checklist conseguimos fazer esta avaliação, da pra tirar olhar e mostrar pro cliente a situação. Em muitos casos não é necessário fazer esta troca.

É o que eu comentei antes, sigo o manual e não condeno nada. Após o checklist da pra saber exatamente o que é preciso fazer manutenção.

7) Quais são os principais problemas que você já viu?

Em alguns casos vi clientes que misturaram óleo sintético com mineral, ou semissintético com mineral. Frentista que acabou só completando com o lubrificante incorreto. Lembro de um cliente que chegou e a luz do óleo não apagava, e levamos numa mecânica, a peneira da bomba de gasolina estava entupida de borra (resíduo de óleo) de tantos lubrificantes que estavam misturados e falta de troca de óleo. O mecânico fez uma limpeza de motor de cabeçote e conseguiu salvar o carro.  Mas isso acontece somente quando o cliente esta desinformado ou foi enganado.

Fig. 4 – Motor com borra de óleo.

8 – O que pode acontecer se o cliente demora para realizar a troca de óleo?

Tem cliente que quer rodar 15.000 km, quando na verdade deveria rodar somente os 10.000 km recomendados . O que falo para esses cliente, é alertar para a vida útil do motor e que a troca de óleo correta vai trazer uma economia a longo prazo.

Em alguns casos o cliente não quer escutar, por exemplo uma troca de aditivo de radiador, uma manutenção simples e barata. Mas que se não for feita, acarreta no super aquecimento do motor, e queimar a junta do cabeçote, o que pode gerar um prejuízo de R$ 4.000  .

No caso se uma troca de óleo que não foi realizada no momento correto, e o óleo virar borra,  pode causar o entupimento das galerias do motor e canaletas acarretando no travamento completo do motor , gerando um prejuízo aproximado de R$ 7.000,00 .

Rafael Santana

30 anos

Especialista em troca de óleo na Centerlub ( Parceiro Webgarage )

7 anos de experiência

+ 1.000 trocas realizadas no ano passado

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Maverick, Dodge e Opala – Muscle Cars? Sim ou não?

Muito bem.. é a segunda vez que escrevo este post. A primeira vez ficou um pouco agressiva demais pro meu estilo e causou comoção. Então agora, tentarei fazer o que tento fazer de melhor: agradar a gregos e troianos. Hehehe

Se formos nos ater ao conceito clássico de Muscle Cars, não, o Brasil nunca teve um muscle car. Mas a gente consegue contar um pouco de história e adequar o conceito à realidade brasileira e chegar a um consenso que agrade todo mundo, principalmente os fãs dos modelos em questão.

Originalmente Muscle Cars são carros americanos, exclusivamente com duas portas, com mais de um carburador (ou, pelo menos, com carburadores maiores que dois venturis) e com motores opcionais (mais potentes), além de um apelo esportivo dado por pinturas, acessórios ou acabamentos especiais. Podiam ter transmissão automática ou manual, mas também eram opcionais e, em geral, tinham motores V8 (quase que exclusivamente, com raras exceções). E, talvez o principal, foram fabricados entre 1955 (talvez o primeiro muscle car possa ser considerado o Chrysler 300 55) e 1972, quando os valores dos seguros para estes carros começou a aumentar demais e medidas mais rígidas antipoluição entraram em vigor e, finalmente, com a crise do petróleo enterrando o conceito de vez, em 73.

Para termos uma idéia mais clara do que eram os muscle cars americanos nada melhor do que citá-los. A lista é longa e deliciosa! Incluindo modelos como o Superbee, o Roadrunner, o Camaro SS 396 e o 427, o fabuloso Camaro Yenko, o Mustang Boss (429 e 351), o Pontiac GTO (maravilindo), o Viper V10 e o Corvette 454.

Percebam que são todos motores grandes. Carros como o Camaro V8, mas com carburador duplo, Cougar, Firebird, Barracuda, Challenger 318, Javelin, ou AMX eram todos considerados Pony Cars, por ainda terem apelo esportivos, mas serem menos potentes e mais acessíveis.

Neste cenário, nossos Mavericks, Opalas e Chargers não têm a menor chance de serem considerados muscle cars. Aliás, americanos consideram motores 6 cilindros tão pequenos que carros equipados com estes são de uso diário.

Contudo, todavia, entretanto…….. estamos no Brasil e aqui nossa realidade é, e sempre foi, outra. Sempre tivemos a tendência de seguir as modas americanas (mesmo que as modas européias fossem muito mais legais) e então acabamos importando também o conceito de muscle cars (na medida do possível).

Seguindo a linha de motores opcionais e características esportivas podemos considerar então que os “nossos” muscle cars são: o Dodge Charger RT, o Maverick GT e o Opala SS (talvez o Dart SE também, com um pouco de boa vontade).

Hoje em dia muita coisa mudou. A idéia de muscle cars voltou em carros como o Hellcat, por exemplo e muita gente considera muscle cars projetos independentes (carros modificados pelos próprios donos) e aí tudo virou uma bagunça, cada um pensa e diz o que quiser e o assunto virou polêmico e até delicado.

Pra mim, sinceramente, o mais importante são os carros. Pouco ligo para as definições. Trabalho em uma oficina que só faz carros originais e gosto disso, mas o meu Maverick não ficará original, ficará do jeito que eu quero, porque acho que meu carro tem que refletir a mim e não nenhum conceito. Sou apaixonada por essas banheiras lindas e continuarei apaixonada, mas também sei apreciar (e muito) as belezas da engenharia européia.

Discussões sobre que carro é melhor não me fazem o menor sentido e esta não é, nem de longe, a intenção deste post. Só me encanto pela história e acho sempre interessantíssimo entender por que cada “moda” surgiu, em que situação e o que se passava na cabeça das pessoas na época. Isso me ajuda a entender muito o que temos hoje e é até divertido prever o que vai rolar daqui a um tempo.

Peço desculpas aos leitores que se ofenderam com o último post (ou que possam ainda se ofender com este), agradeço aos que deram opiniões (especialmente ao Rogério Machado, ao Rex Parker e ao Christopher Meggeson, que me deram muitas explicações sobre o assunto) e gostaria muito que continuassem com os comentários, sempre. 🙂

Beijokitas! E até o próximo!

Por: Thaís Roland em parceria com Webgarage. 

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